Pokémon Go foi lançado no Brasil
após muita espera de seus fãs. O jogo utiliza a realidade
aumentada e a localização geográfica (GPS) para transportar a pessoa para o
universo do desenho, usando o mundo real. O objetivo do jogador é caminhar para
encontrar os Pokémons e outros itens. Apesar de muito divertido, o jogo oferece
perigos virtuais e reais, principalmente para as crianças.
1. Cuidado com estranhos. O jogo envolve interação com outros jogadores
na vida real, em áreas chamadas de ginásios e Pokéstops. Neste locais ocorrem as
batalhas entre Pokémons e a compra dos itens, respectivamente. Os criminosos
podem se aproveitar disso para roubar as vítimas. Por isto, caso não possa
supervisionar a criança, sempre a oriente a sair em grupos de amigos.
2. Use rastreamento de localização. Caso o seu filho estiver
jogando sozinho e fora de casa, utilize um aplicativo para monitorar a sua
localização. O Norton
Family Premier (disponível para iOS e Android) acompanha seu filho em tempo
real com coordenadas de seu GPS em um mapa.
3. Estabeleça limites. Para capturar os Pokémons, é necessário caminhar
pelas ruas. Estabeleça limites para que as crianças não explorem locais muito
afastados sozinhas.
4. Fique atento à “Lure” de estranhos. O “Lure” é um item que serve
para atrair Pokémons a Pokéstops. Quando um jogador utiliza o item, todos os
usuários próximos conseguem ver e se aproveitar deste recurso. É possível que
criminosos o usem para atrair vítimas a um local. Oriente as crianças sobre
este perigo e defina um local seguro (ex.: um shopping próximo) para que elas
possam brincar tranquilamente.
5. Controle as compras dentro do aplicativo. Assim como muitos outros
jogos, o Pokémon Go oferece compras dentro do aplicativo e os pais precisam
supervisionar esta opção de perto por meio de um controle parental no
dispositivo. No caso do iOS, a Apple possui um recurso chamado “Pedir para Comprar”, que
irá alertar sempre que alguém da família tentar comprar ou baixar algo e lhe
pedirá permissão. Já para dispositivos Android, o Google Play Store possui uma
opção de autenticação
para compras dentro de aplicativos. Mantenha sempre estas opções ativadas.
CONSULTORIA: NELSON BARBOSA (ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DA NORTON)
Hortelã e menta são plantas medicinais da mesma espécie, a Mentha
piperita, e possuem diferenças muito pequenas de composição química, por
isso são consideradas iguais. A espécie tem na composição mais de 60%
de um óleo essencial chamado mentol, que além de saboroso auxilia na
digestão.
Os temperos artificiais com nome de “caldos” usados na cozinha do consumidor comum são responsáveis pela incidência crescente de “doenças silenciosas”.
Sazón esteve nos ouvidos e nas bocas de muita gente que não sabia (e
talvez não saiba ainda) que tanto ele quanto o Caldo Knorr, Maggi,
Arisco, Ajinomoto, Kitano e outros “alimentos” com o sabor realçado,
contém glutamato monossódico.
O componente químico, longe de ser inofensivo para a saúde, é
responsável por causar as mais diversas reações quando ingerido:enjoos,
alergias da pele, vômitos, taquicardia, enxaquecas, arritmia cardíaca,
tonturas e até depressão.
Usar temperos industrializados todos os dias pode causar sérios danos
para quem os consome, pois o glutamato pode levar o sistema endócrino a
produzir acetilcolina, substância que além de estimular a função
muscular, reduz a absorção de glicose através dos neurônios. O resultado
pode ser mais peso e até Alzheimer. Um caldinho muito perigoso e ao
mesmo tempo bastante desagradável.
O famoso “gostinho” da comida chinesa que persiste no paladar dias
depois de ingerido, demonstra com clareza a força do produto químico,
que é usado em quase todos os pratos desse tipo de cozinha. Cubinhos de caldos de galinha, carne e legumes “da caixinha” são uma ameaça sorrateira à saúde de todos.
Ao bloquear as funções neurológicas do hipotálamo, que ajudam a
controlar o apetite, o glutamato nos induz a comer mais de que
necessitamos e com isso a obesidade só aumenta.
Quer uma solução simples, barata e gostosa?: Congele ervas e temperos
naturais imersos em azeite, óleo de coco ou manteiga em formas de gelo.
Podem ser usadas com a mesma praticidade que os cubos venenosos que a
indústria alimentícia química nos induz a comprar
através de propagandas bem elaboradas e que, além de saudáveis, podem
ter sabores totalmente individuais e serem até mesmo mais baratos que os
cubinhos cheios de química prejudicial à saúde.
Ele é feito com a carne da barriga do porco, em um processo que
dura mais ou menos dez dias. Para começar, a carne é colocada em uma
mistura de sal, açúcar e temperos. Depois, é pendurada no defumador, um
lugar onde são queimadas madeiras secas de árvores frutíferas. A fumaça
cozinha a carne do porco, dando aquela cor e sabor que faz muita gente
adorar bacon. Mas atenção: nutricionistas alertam que devemos evitar
comer esse alimento com frequência, pois contém muita gordura ruim e
pode prejudicar nossa saúde.
De acordo com a mitologia, o costume surgiu na Grécia antiga, num
ritual feito em homenagem à Artêmis, a deusa da caça. O bolo e as velas
simbolizavam a Lua iluminada, uma das representações da deusa. Muito
tempo depois, no século 13, os alemães passaram a celebrar os
aniversários das crianças de uma forma bem parecida com a que fazemos
hoje. A comemoração começava de manhã, quando o aniversariante apagava
todas as velas de uma vez e fazia um pedido – que para ser realizado não
deveria ser contado à ninguém.
Eles não têm nada a ver com família! Números primos são aqueles que
só podem ser divididos por 1 e por eles mesmos, como: 2, 3, 7, 13, 17,
entre muitos outros – o 2 é o único número primo par. Esses números
foram descobertos pelos gregos e muito estudados pelo matemático
Euclides de Alexandria, há mais de 2.300 anos. Euclides se dedicou
bastante ao tema – chegou inclusive à conclusão de que os números primos
são infinitos!
A
responsabilidade de cuidar da formação de uma pessoa é muito grande, e
quem se dispõe a fazer isso com dedicação, merece reconhecimento.
Se você tem tido problemas com o mau comportamento dos seus filhos, este post pode ser bastante útil.
Crianças em todo o mundo tende a fazer birras, mas se isso não for controlado, pode resultar em grandes problemas no futuro.
Emma Jenner, a “Super Nanny” da versão americana de um conhecido
programa de TV, revelou cinco atitudes que os pais costumam tomar, mas
que prejudicam na educação dos filhos.
Ela também chama a atenção dos responsáveis que tentam agradar às crianças fazendo tudo por elas.
A consequência desse mal é que a sociedade acaba formando pessoas que
têm medo de desafios e não sabem superar obstáculos sozinhas.
1. Ter medo de que o filho chore
Vamos supor que o café da manhã está na mesa, mas seu filho só quer beber o leite se for em outro copo.
Você tem duas opções: se levantar e procurar um copo que agrade a ele ou dizer que só tem aquele e que ele precisa se alimentar.
Muitos pais ficam com medo de ver o filho chorando e gritando, mas
precisam entender que são eles quem mandam na casa e não as crianças.
Se a criança chorar, ignore até que ela faça o que você determinou.
Caso contrário, seu filho vai aprender que, todas as vezes que chorar, a vontade dele será feita.
2. Justificar os erros das crianças
Se diante de um mau comportamento você diz “as crianças são assim mesmo”, então elas vão acreditar nisso.
As crianças são mais capazes de nos surpreender do que nós podemos imaginar.
Não ache normal o que é errado – erro é erro e precisa ser consertado.
3. Não deixar que outras pessoas repreendam seu filho
Já pensou como é ruim o professor ou funcionário da escola reclamar com seu filho e você mostrar irritação por isso?
A criança vai sempre se sentir acobertada porque ninguém pode repreendê-la.
Não faça isso!
4.Colocar o filho em primeiro lugar antes de qualquer outra coisa
Sabemos que os filhos são o grande tesouro dos pais na terra, mas
isso não nos dá o direito de parar tudo o que estamos fazendo para
atendê-los.
Muitos pais não sabem colocar limites e basta um pedido das crianças
para que eles saiam correndo para atender, ignorando as muitas
limitações que podem ter naquele momento.
Deixe claro para as crianças que tudo tem sua hora e que elas devem saber esperar.
5. Buscar distrações com eletrônicos
Muitas crianças hoje em dia não sabem esperar a comida ficar pronta, a
fila do brinquedo andar ou qualquer outra coisa porque ficam chorando.
Como paliativo, os pais entregam aparelhos eletrônicos para evitar que os filhos fiquem irritados.
Isso é muito ruim!
Ensine as crianças a ter paciência.
Mais do que isso, sempre que possível, insira-as nas atividades.
Ou seja, se o almoço vai demorar a ficar pronto, então a convide para ajudar a “pegar na massa” e interagir com você.